Silas Malafaia é o entrevistado da VEJA essa Semana


A revista VEJA sempre faz entrevistas com pessoas relacioanadas aos assuntos do momento. Nas últimas semanas o crecimento dos evangélicos levou destaque pelas maiores revistas do país. Por causa disso (talvez) o pastor Silas Malafaia com toda sua influência do meio evangélico, visto por quem não tem a fé cristã como um homem sábio e defensor da família e dos brasileiros, é o trevistado da revista VEJA.


Nas páginas 23,26 e 27 o pastor responde a perguntas importantes e inteligentes, feitas pelo repórter Pedro Dias leite. (Veja - edição 2.272) Com trinta anos de programas de televisão e vice-presidente do Conselho interdenominacional do Brasil (Cimeb), entidade que cngrega cerca de 8.500 pastores de quase todas as igrejas evangélicas, o pastor Silas Malafaia, 53 anos, é um dos mais respeitados televangelistas brasileiros. Sua pregação condena o aborto, o uso das drogas e o que enxerga como aumento de privilégios a homossexuais. Malafaia ensina que Deus ajuda as pessoas a progredir, mas desde que elas façam sua parte: "Quem ganha 1.000 reais não pode querer gastar 1.100. Não adianta depois esperar que Deus tire o nome do sujeito do cadastro de maus pagadores". De Rolex de ouro no pulso e cabelas implantados, o pastor recebeu VEJA na sede da sua igreja (...).

Confira agora algumas perguntas feitas ao pastor Silas, que respondeu todas (pelo que se percebe) com toda sinceridade.

Qual foi sua arrecadação no ano passado? 

A igreja arrecadou 20 milhões de reais. De 50% a 60% do dízimo foi ofertado por meio decartão de crédito. Não vejo nenhum problema com isso. Comprar bebida no cartão pode. Ir para o motel trair a mulher e pagar com cartão pode. Dar dinheiro à igreja usando cartão não pode?

Qual sua opinião sobre o projeto que propõe a descriminalização do uso de drogas e que deve chegar co congresso ainda este mês?

Espero que o Senado e a Câmara joguem no lixo essa porcaria. Perderam o juízo. Não existe lógica em liberar o consumo de drogas e penalizar o traficante. (...)

A sua atuação contra o projeto que criminaliza a homofobia em debate no Congresso soi contudente. Mas influir em leis é papel religioso?

Se não fosse assim, a casa tinha caído. (...) O Brasil não é homofóbico. Eu separo muito bem os homossexuais dos ativistas gays. Esses últimos querem que o Brasil seja homofóbico para mamar verba do governo, de estatais, é o joguinho deles. (...) Agora, olhe a diferença. Você já nasce com a sua raça. Não escolhe. O homossexualismo é comportamental. Não vejo lógica em uma lei para criminalizar quem agride homossexual se um soco dado em um hétero doi da mesma maneira.

A entrevista ainda levanta perguntas bem interessantes como o crescimento dos evangélicos relacionado com o crescimento da classe C; assuntos sobre Silas na política; Implante de cabelo e uma lição de moral sobre os pensamentos que as pessoas tem dos evangélicos. Uma das melhores entrevistas da VEJA até agora nesse ano.

A entrevista completa você pode ler adquirindo a edição dessa semana que será entregue em todo o Brasil e mundo até o dia 06 de Junho (próxima quarta).

VEJA / Gospel Channel
Trechos da entrevistas

Comentários

Thiago disse…
Gosto muito de Silas.
Thiago disse…
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse…
BOM DIA! GOSTARIA DE PERGUNTA! ONDE ESTA SILAS, PARA DEFENDER OS EVANGÉLICOS QUE ESTÃO SENDO IRONIZADO E DEBOCHADO PELA NOVELA DA GLOBO, JA QUE ELE TEM MUITAS INFLUENCIA COM O GRUPOS DA GLOBO, TÁ NA HORA DE LEVANTAR A DEFESA ,DESSA POCA VERGONHA CONTRA OS EVANGÉLICOS DIGA-SE DE PASSAGEM QUE ESSA PERSEGUIÇÃO NÃO É DE AGORA COMO ELE SABE.
Anônimo disse…
evangélico de verdade não perde tempo vendo essas porcarias na TV.. .. Como sempre a Globo quer ganhar a confiança dos evangelicos mas não perde a oportunidade de debochar...
Jose disse…
Não concordo que os evangélicos estejam sendo ironizados. Um pouco estereotipados talvez. Mas isso tem acontecido com todo mundo: os gays são estereotipados nas novelas, os psicólogos (eu nunca vi psicólogo em novela que parecesse psicólogo de verdade), os nordestinos, os pobres (sempre são classe media).
Não li a reportagem, mas concordo com o título " O Brasil não é homofônico." O que não quer dizer que o Silas e muitos evangélicos não o sejam. Acho até que muitos evangélicos acham que o Brasil deveria ser homofobico e assim a mordaça evangélica seria mais eficaz. Homofobico não é necessariamente quem tem ódio dos homossexuais, as quem tem medo. "Fobia" significa medo. Medo de que? Medo se homossexuais tiverem direitos suas famílias serão destruídas. Um medo infantil e irreal se pensarmos bem. Dar direitos a gays não mudará em nada a vida dos heterossexuais e fará uma grande diferença na vida de seus irmãos que são vítimas de discriminação e preconceito.
Graça e paz
Kellyo disse…
Com todo o respeito, José, mas a questão da homossexualidade dentro do contexto democratico é algo de foro intimo de cada um, tanto que realmente o Brasil não tem nenhuma lei em favor da homofobia, mas o fato é que existem Gays (que obviamente não querem se identifcar, por medo de que seus compares ativistas homossexuais os censure) que são contra de fato a PL 122, que de fato tem o seu contexto algo bastante comprometedor que é transformar a homossexualidade em algo incriticável, logo há de fato um choque juridico com a constitução que reza a liberdade de expressão desde que a pessoa se identifique, agora se num país democrático temos dentro de um contexto aliberdade para o gays ser gay porque há ativistas que não aceitam o contrário, ou seja de gays quererem deixar de serem gays, já que há vários casos decorrentes? Bem a resposta mais simples seria que se os ativistas reconhecessem isto teriam que abrir mão da crença de que a homossexualidade é biológica e não comportamental, por isto os ativistas precisam de uma lei de imposição ditatorial.

Nisto está o engano de José quando diz: "Dar direitos a gays não mudará em nada a vida dos heterossexuais e fará uma grande diferença na vida de seus irmãos que são vítimas de discriminação e preconceito." É fato que os ativistas gays querem impor a sociedade de maneira brutal e impositiva o estilo de vida homossexual no qual vai preso quem não rezar em sua cartilha, ele tentam fazer isto sem PL 122, imagine se este projeto passa no congresso? o choque jurídico que isto iria ter?, Pais que não poderiam falar coisa alguma se visse seu filho assediado ou possuído sexualmente por um gay, quem iria preso seriam os pais e não o pedofilo que molestou a criança! Fica a pergunta será mesmo que Dar direitos a gays não mudará em nada a vida dos heterossexuais e fará uma grande diferença na vida de seus irmãos que são vítimas de discriminação e preconceito?

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